Artigos Científicos

Estímulo Mecânico e Saúde Óssea – Quais as Evidências? #39

Trabalhos recentes mostram que os exercícios resistidos são os mais eficientes para fortalecer os ossos, mesmo quando não ocorre aumento da densidade mineral óssea.

Angela M. Cheung e Lora Giangregorio; 2012. 

Department of Kinesiology, University of Waterloo, Waterloo, Ontario, Canada.

www.co-rheumatology.com  /  Volume 24 _ Number 5 _ September 2012

Comentários: Dr. José Maria Santarem – março de 2014.

Treinamento Resistido para Prevenção e Tratamento do Diabetes: Dados Experimentais e Mecanismos Moleculares. #38

Novas evidências sugerem a superioridade da musculação para prevenção e tratamento do diabetes mellitus do tipo 2 em relação aos exercícios aeróbicos.

Barbara Strasser e Dominik Pesta; 2013. 

Hindawi Publishing Corporation / BioMed Research International

Volume 2013, Article ID 805217, 8 pages / http://dx.doi.org/10.1155/2013/805217

Comentários: Dr. José Maria Santarem – fevereiro de 2014.

Exercício Resistido Progressivo e Doença de Parkinson: Uma Revisão dos Mecanismos Potenciais. #37

Revisão sobre os efeitos benéficos do treinamento resistido na Doença de Parkinson e considerações sobre os possíveis mecanismos fisiológicos envolvidos.

Fabian J. David, Miriam R. Rafferty, Julie A. Robichaud, Janey Prodoehl, Wendy M. Kohrt, David E. Vaillancourt, and Daniel M. Corcos, 2011. 

Hindawi Publishing Corporation Parkinson’s Disease
Volume 2012, Article ID 124527, doi:10.1155/2012/124527

National Institutes of Health (5R01NS028127-16, 5T32MH067631-07)

Comentários: Dr. José Maria Santarem – dezembro de 2013.

A utilização de pesos elevados nos exercícios é segura e eficiente para mulheres com linfedema secundário a câncer de mama: um ensaio clínico controlado e randomizado. #35

O treinamento resistido com cargas elevadas é seguro para mulheres com linfedema secundário a tratamento do câncer de mama. Considerações com relação a cargas e intensidades na musculação.

Prue Cormie, Kate Pumpa, Daniel A. Galvão, Elizabeth Turner, Nigel Spry, Christobel Saunders, Yvonne Zissiadis e Robert U. Newton, 2013. 

J Cancer Surviv – DOI 10.1007/s11764-013-0284-8 / 2013.

Comentários: Dr. José Maria Santarem – agosto de 2013.

Efeitos dos exercícios resistidos no desempenho cognitivo de idosos com comprometimento da memória: resultados de um estudo controlado. #34

O treinamento resistido tem importante efeito da melhora da cognição em pessoas idosas com comprometimento da memória.

Alexandre Leopold Busse1, Wilson Jacob Filho, Regina Miskian Magaldi, Venceslau Antônio Coelho, Antônio César Melo, Rosana Aparecida Betoni, José Maria Santarem, 2008.

Comentários: Dr. José Maria Santarem – novembro de 2012.

Remodelação Cardíaca: Hipertrofia Concêntrica e Excêntrica em Atletas de Força e de Resistência. #33

A utilização de nomes de alterações patológicas cardíacas para designar adaptações fisiológicas ao treinamento deve ser evitada porque são processos distintos. As adaptações aos esforços não apresentam consequências deletérias à saúde.

C. Mihl, W.R.M. Dassen, and H. Kuipers; 2008 

Netherlands Heart Journal, Volume 16, Number 4, April 2008

Comentários: Dr. José Maria Santarem – setembro de 2012.

O Treinamento Resistido e o Treinamento de Agilidade Reduzem o Risco de Quedas em Mulheres com idade entre 75 e 85 anos, com baixa massa óssea: um trabalho experimental controlado e randomizado de 6 meses. #32

Neste trabalho o treinamento resistido reduziu o risco de quedas em 57%, o treinamento de agilidade em 48% e os alongamentos em 20%

Teresa Liu-Ambrose, PhD, PT; Karim M. Khan, MD, PhD; Janice J. Eng, PhD, PT/OT; Patti A. Janssen, PhD; Stephen R. Lord, PhD; Heather A. McKay, PhD; 2004

Comentários: Dr. José Maria Santarem – julho de 2012.

Aumento de Força pelo Treinamento Resistido em Pacientes com Esclerose Múltipla Apesar de Diferentes Níveis de Disfunção. #31

O aumento da força, da resistência muscular e da funcionalidade geral induzido pelo treinamento resistido foi demonstrado em pacientes com esclerose múltipla em diferentes níveis de disfunção.

Mary L. Filipi1, Daryl L. Kucera, Eric O. Filipi, Alanson C. Ridpath, M. Patricia Leuschen; 2011

EuroRehabilitation 28 (2011) 373–382 373. DOI 10.3233/NRE-2011-0666 IOS Press

Comentários: Dr. José Maria Santarem – abril de 2012.

O treinamento de potência é melhor do que o treinamento resistido convencional para a funcionalidade em pessoas idosas – Uma metanálise. #29

Revisão de literatura mostrando que não há vantagens na utilização de movimentos explosivos para o treinamento de pessoas idosas saudáveis e que pode haver riscos para pessoas com dores articulares.

MARIELLE TSCHOPP, MARTIN KARL SATTELMAYER, ROGER HILFIKER; 2011

Age and Ageing 2011; 40: 549–556 / doi: 10.1093/ageing/afr005 / 7 March 2011

Comentários: Dr. José Maria Santarem – outubro de 2011.

Exercícios e Massa Óssea em Adultos. #28

Os autores iniciam com uma revisão das propriedades mecânicas do tecido ósseo e chamam a atenção para a importância da matriz colágena (protéica) e para a deposição de sais de cálcio.

Amelia Guadalupe-Grau, Teresa Fuentes, Borja Guerra and Jose A.L. Calbet Department of Physical Education, University of Las Palmas de Gran Canaria Las Palmas de Gran Canaria, Canary Islands, Spain; 2009

Sports Med 2009; 39 (6): 439-468 / 0112-1642/09/0006-0439/

Comentários: Dr. José Maria Santarem – outubro de 2011.

Treinamento resistido diminui os níveis de fator de necrose tumoral alpha do músculo esquelético em idosos frágeis. #27

Trabalho mostrando a eficiência do treinamento resistido em antagonizar substâncias pró-inflamatórias características do sedentarismo.

Jeffrey S. Greiwe, Bo Cheng, Deborah C. Rubin, Kevin E. Yarasheski e Clay F. Semenkovich; 2000. 

Departments of Medicine and Cell Biology and Physiology, Claude D. Pepper Older Americans Independence Center, Center for Cardiovascular Research, Washington University School of Medicine, St. Louis, Missouri 63110, USA

Vol. 15 February 2001 The FASEB Journal GREIWE ET AL.

Comentários: Dr. José Maria Santarem – setembro de 2011.

Revisão sistemática sobre o efeito da atividade física na articulação do joelho. #26

Uma revisão de literatura concluindo que os exercícios estimulam a vitalidade das cartilagens e não prejudicam as articulações. Novo conceito: osteófitos podem ser fisiológicos.

DONNA M. Urquhart 1, JEPHTAH FL TOBING 1, Fahad S. HANNA 1,2, PATRICIA BERRY 1, ANITA E. WLUKA 1,2, Changhai DING 1,3, e Flávia M. CICUTTINI 1; 2011 

1School of Public Health and Preventive Medicine, Department of Epidemiology and Preventive Medicine, Monash University, Alfred Hospital, Melbourne, Victoria, AUSTRALIA; 2Baker Heart Research Institute, Melbourne, Victoria, AUSTRALIA; and 3Menzies Research Institute, Hobart, Tasmania, AUSTRALIA

Med. Sci. Sports Exerc., Vol. 43, No. 3, pp. 432–442, 2011.

Comentários: Dr. José Maria Santarem – julho de 2011.

Estudo prospectivo da força muscular e mortalidade por todas as causas em homens com hipertensão arterial. #25

Trabalho sugerindo que é melhor para a saúde cardiovascular realizar apenas musculação do que realizar apenas exercícios aeróbicos – revisão de literatura assegurando a segurança para pessoas hipertensas.

Enrique G. Artero, PHD, Duck-chul Lee, PHD, Jonatan R. Ruiz, PHD, Xuemei Sui, MD, Francisco B. Ortega, PHD, Timothy S. Church, MD, PHD, Carl J. Lavie, MD, Manuel J. Castillo, MD, PHD, Steven N. Blair, PED; 2011

Journal of the American College of Cardiology Vol. 57, No. 18, 2011 – © 2011 by the American College of Cardiology
Foundation ISSN 0735-1097/$36.00 – Published by Elsevier Inc. doi:10.1016/j.jacc.2010.12.025

Comentários: Dr. José Maria Santarem, março de 2011.

Eficiência do treinamento de força com exercícios resistidos progressivos funcionais sobre a força muscular e a mobilidade em crianças com paralisia cerebral: um ensaio clínico controlado e randomizado. #24

Trabalho demonstrando os benefícios do treinamento com pesos para crianças com paralisia cerebral.

Vanessa A Scholtes*1,2, Annet J Dallmeijer1,2, Eugene A Rameckers3, Olaf Verschuren4, Els Tempelaars5, Maartje Hensen6 and Jules G Becher1,2 Developmental Medicine and Child Neurology – Published on line:28th January 2010

Comentários: Dr. José Maria Santarem – dezembro de 2010.

Volume alto com baixa carga estimula mais a síntese proteica do que baixo volume com alta carga no exercício resistido em homens jovens. #22

Trabalho demonstrando alguma especificidade de variáveis do treinamento na síntese proteica miofibrilar e sarcoplasmática – sem aplicações práticas.

Nicholas A. Burd, Daniel W. D. West, Aaron W. Staples, Philip J. Atherton, Jeff M. Baker, Daniel R. Moore, Andrew M. Holwerda, Gianni Parise, Michael J. Rennie, Steven K. Baker, Stuart M.

Phillips; 2010

Exercise Metabolism Research Group, Department of Kinesiology, McMaster University, Hamilton, Ontario, Canada, 2 School of Graduate Entry Medicine and Health, City Hospital, University of Nottingham, Derby, United Kingdom, 3 Department of Medical Physics and Applied Radiation Sciences, McMaster University, Hamilton, Ontario,Canada, 4 Department of Neurology, Michael G. DeGroote School of Medicine, McMaster University, Hamilton, Ontario, Canada

Comentários: Dr. José Maria Santarem – outubro de 2010.

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